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Dia dos Vizinhos

Notícias do Condomínio

26 de Maio 2015
Dia dos Vizinhos
Começou no 17.º bairro de Paris, mas depressa chegou aos países vizinhos. Falamos do Dia Europeu do Vizinho. Porque é de condomínios que se trata contamos alguns imprevistos vividos por alguns condóminos.

O Dia Europeu dos Vizinhos celebra-se na última terça-feira do mês de Maio. Idealizado por Atanase Périfan e um grupo de amigos – o Paris d'Amis –, o Dia do Vizinho nasceu no 17º bairro de Paris e foi concebido com dois objetivos:

. Promover o convívio e a sociabilização entre vizinhos
. Conhecer os vizinhos, ajudar à coesão social, e possibilitar a criação de novos laços de solidariedade entre as pessoas

Diz-nos a experiência que são pontos nem sempre passíveis de concretizar, mas a verdade é que a ideia original do grupo Paris d'Amis ganhou força, e três anos depois (2002) de ser concebida 2,1 milhões de pessoas festejavam a data por toda a França.

Numa Europa envelhecida e sem fronteiras o Dia do Vizinho rapidamente ganhou tentáculos e hoje 22 países celebram o Dia – neste ano a 26 de Maio.

Se por um lado na génese do Dia do Vizinho esteve o desejo de aproximação ao cidadão que mora ao nosso lado, no mesmo edifício, na soleira da nossa porta, por outro existem ao longo dos 365 dias que compõe o ano situações caricatas, que no final ou algum tempo depois nos permitem sorrir quando relatadas.

É o caso, por exemplo, de uma assembleia de condóminos que foi interrompida por agentes de segurança: “Uma das condóminas agrediu outra pelo que, e dado a gravidade da situação e não se conseguindo controlar a fúria da senhora, um dos condóminos chamou a polícia. Entretanto, a polícia chegou ao prédio e estava na garagem a fazer as participações. Como na garagem não existe rede móvel os agentes ficaram incontactáveis. Os colegas da esquadra que não estavam a conseguir contactar os colegas optaram por enviar ao local duas brigadas de reforço pensando que a situação era grave. As mesmas equipas entraram de rompante na garagem. Tudo isto por causa de uma briga entre vizinhas…”

O ruído também traz situações que têm tanto de engraçado como de confrangedor, particularmente em assembleia de condóminos: “Foi talvez a situação mais complicada que tivemos de ultrapassar”, diz uma condómina, que recorda o ruido de vizinhança, mais concretamente de atos íntimos que incomodavam os vizinhos. “Agendamos uma assembleia para mediação do conflito e foi um pouco caricata porque à partida sabíamos quem era o causador, dado que era novo morador no condomínio e à data nunca tinham sido relatadas situações semelhantes. O novo morador esteve presente na assembleia e referiu que também ouvia e não era ele.” Sem que nada pudesse ser feito, a verdade é que “o ruido reduziu e os condóminos acabaram por deixar de se queixar”.

Também há o reverso da história com o exemplo de boas práticas. Em determinada zona do país o cumprimentar do vizinho é uma constante, o que acaba por tornar a convivência entre vizinhos mais próxima. “Quando chega um morador novo e realizamos uma assembleia de condóminos é recorrente os vizinhos darem-lhe as boas vindas”, diz uma condómina que recorda que sempre que as assembleias de condomínios terminam a horas tardias é usual irmos buscar comida e bebidas, e uma vez finalizada a ordem de trabalhos passar-se ao convívio”.
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